Frase de Clarice Lispector

Dar a mão a alguém foi o que eu sempre esperei da alegria.
(Clarice Lispector)

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A alegria verdadeira não tem explicação possível, não tem a possibilidade de ser compreendida - e se parece com o início de uma perdição irrecuperável.

(Clarice Lispector)

O que me interessa sobretudo é sentir, acumular desejos [...]. A realização me abre, me deixa vazia e saciada.

(Clarice Lispector)

O que me importa são instantâneos fotográficos da sensações pensadas, e não a pose imóvel dos que esperam que eu diga: olhe o passarinho! Pois não sou fotógrafo de rua.

(Clarice Lispector)

Quando se ama não é preciso entender o que se passa lá fora, pois tudo passa a acontecer dentro de nós.

(Clarice Lispector)