“Quem sabe de que negras raízes se alimenta a liberdade de um homem?” (Clarice Lispector)
“Comecei a escrever pequenos contos logo que me alfabetizaram, e escrevi-os em português, é claro. Criei-me em Recife. [...] E nasci para escrever. A palavra é meu domínio sobre o mundo.”
(Clarice Lispector)
“Tulipa só é tulipa na Holanda. Uma única tulipa simplesmente não é. Precisa de campo aberto para ser.”
“Sejamos como a primavera que renasce cada dia mais bela? Exatamente porque nunca são as mesmas flores.”
“Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre seria clandestina para mim.”
Filósofos da História