“Ah! felicidade Em que vagão de trem noturno viajarás?” (Chico Buarque)
“Minha mãe sempre diz: Não há dor que dure para sempre! Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos. E apesar de saber de tudo isso porque algumas dores duram tanto?”
(Chico Buarque)
“Como é difícil acordar calado. Se na calada da noite eu me dano. Quero lançar um grito desumano.”
“A Rita levou meu sorriso. No sorriso dela, Meu assunto. Levou junto com ela, O que me é de direito. Arrancou-me do peito.”
“Aquela esperança de tudo se ajeitar? Pode esquecer.”
Filósofos da História