“Pra poesia que a gente não vive transformar o tédio em melodia... (Todo amor que houver nessa vida)” (Cazuza)
“Estou tão só, Meus pais não me conhecem Meus amigos são chatos Meu cachorro não me lambe.”
(Cazuza)
“Quem tem um sonho não dança.”
“Eu não sei quem sou Nem porque faço E às vezes me sinto vivo Quando quebro um desses objetos chatos Que a gente esbarra sem querer Daí escreve como quem levasse uma topada.”
“...E o medo era motivo de choro, desculpa pra um abraço, um consolo.”
Filósofos da História