“Pra poesia que a gente não vive transformar o tédio em melodia... (Todo amor que houver nessa vida)” (Cazuza)
“Levando em frente um coração dependente, viciado em amar errado.”
(Cazuza)
“Até nas coisas mais banais, pra mim é tudo ou nunca mais.”
“Sou muito egoísta, centrado em mim mesmo, para me incomodar com os outros.”
“Não quero que finja sentimentos por mim, não quero que segure a minha mão se tem intenção de solta-la. Só quero o que for verdadeiro.”
Filósofos da História