“Eu não sei quem sou Nem porque faço E às vezes me sinto vivo Quando quebro um desses objetos chatos Que a gente esbarra sem querer Daí escreve como quem levasse uma topada.”
“Ao contrário de todo mundo, que fica se ressentindo 'porque ela me deixou, não sabe o que perdeu', eu não tenho medo de dizer: Eu é que fui covarde e babaca”