Há 142 frases de Eça de Queiroz.

A felicidade no amor dá tudo, até as boas cores.

Eça de Queiroz

Para ensinar há uma formalidade a cumprir - saber.

Eça de Queiroz

O riso é a mais antiga e mais terrível forma de crítica.

Eça de Queiroz

Nas nossas democracias a ânsia da maioria dos mortais é alcançar em sete linhas o louvor do jornal. Para se conquistarem essas sete linhas benditas, os homens praticam todas as ações - mesmo as boas.

Eça de Queiroz

Para aparecerem no jornal, há assassinos que assassinam.

Eça de Queiroz

Que mérito há em amar os que nos amam?

Eça de Queiroz

As dívidas serviram, diz-se, a excitar o génio de Dickens e Balzac: não encontrando em mim um génio a excitar, vingam-se da humildade do seu papel torturando-me.

Eça de Queiroz

Duas folhas de carta a ler já é uma boa conta, mesmo quando seja uma carta de amor.

Eça de Queiroz

Com o longo volver dos tempos, os nobres gênios que fizeram vibrar mais fortemente a alma do seu tempo, passam pouco a pouco a ser apenas - o estudo dos comentadores.

Eça de Queiroz

A inquietação pela desconfiança de que se não é suficientemente amado - é já uma das mais certas provas de que se ama um pouco, ou de que se começa a amar um pouco.

Eça de Queiroz

Um homem de letras, que não escreve as suas memórias, tem realmente direito a que outros lhas não escrevam.

Eça de Queiroz

Diz-me o que comes, dir-te-ei o que és. O carácter de uma raça pode ser deduzido simplesmente do seu método de assar a carne. Um lombo de vaca preparado em Portugal, em França, ou Inglaterra, faz compreender talvez melhor as diferenças intelectuais destes três povos do que o estudo das suas literaturas.

Eça de Queiroz

A consciência nem todos têm a honra de a conhecer; a consciência é o que quer que seja de vago e de impalpável, de que nós devemos falar como duma figura diáfana de legenda antiga.

Eça de Queiroz

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Eça de Queiroz

Eça de Queiroz

Biografia: José Maria de Eça de Queirós é um dos mais importantes escritores lusos. Foi autor, entre outros romances de reconhecida importância, de Os Maias e O crime do Padre Amaro; este último é considerado por muitos o melhor romance realista português do século XIX.

Nascimento: 25 de Novembro de 1845

Morte: 16 de Agosto de 1900