Há 142 frases de Eça de Queiroz.

“O coração tem os seus «elans», mas a vida tem também os seus cerimoniais.”

Eça de Queiroz

“Porque, enfim, o que é o Brasileiro? É simplesmente a expansão do Português.”

Eça de Queiroz

“A felicidade no amor dá tudo, até as boas cores.”

Eça de Queiroz

“Para ensinar há uma formalidade a cumprir - saber.”

Eça de Queiroz

“Diz-me o que comes, dir-te-ei o que és. O carácter de uma raça pode ser deduzido simplesmente do seu método de assar a carne. Um lombo de vaca preparado em Portugal, em França, ou Inglaterra, faz compreender talvez melhor as diferenças intelectuais destes três povos do que o estudo das suas literaturas.”

Eça de Queiroz

“A consciência nem todos têm a honra de a conhecer; a consciência é o que quer que seja de vago e de impalpável, de que nós devemos falar como duma figura diáfana de legenda antiga.”

Eça de Queiroz

“Duas folhas de carta a ler já é uma boa conta, mesmo quando seja uma carta de amor.”

Eça de Queiroz

“O homem nem sequer é superior ao seu venerável pai - o macaco: exceto em duas coisas tenebrosas - o sofrimento moral e o sofrimento social.”

Eça de Queiroz

“Um homem de letras, que não escreve as suas memórias, tem realmente direito a que outros lhas não escrevam.”

Eça de Queiroz

“Nas nossas democracias a ânsia da maioria dos mortais é alcançar em sete linhas o louvor do jornal. Para se conquistarem essas sete linhas benditas, os homens praticam todas as ações - mesmo as boas.”

Eça de Queiroz

“O riso é a mais antiga e mais terrível forma de crítica.”

Eça de Queiroz

“O riso é a mais útil forma da crítica, porque é a mais acessível à multidão. O riso dirige-se não ao letrado e ao filósofo, mas à massa, ao imenso público anónimo.”

Eça de Queiroz

“Que mérito há em amar os que nos amam?”

Eça de Queiroz

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Eça de Queiroz

Eça de Queiroz

Biografia: José Maria de Eça de Queirós é um dos mais importantes escritores lusos. Foi autor, entre outros romances de reconhecida importância, de Os Maias e O crime do Padre Amaro; este último é considerado por muitos o melhor romance realista português do século XIX.

Nascimento: 25 de Novembro de 1845

Morte: 16 de Agosto de 1900