“A crença no destino é perniciosa, porque partindo do pressuposto de que o futuro está pré-fixado, o homem tende a inércia, a negligenciar seu esforço, saúde e vida, confiante que nada acontecerá senão o estabelecido por força superior ou sobrenatural.”
“Acossado pela fome, o homem sobrepõe o instinto de sobrevivência à razão, não respeita a leis, costumes, moral, nem se detém diante de obstáculos materiais.”