“O homem verá a esposa ao amanhecer, descabelada, com os olhinhos inchados de sono, e tonta a tropeçar seus passos, e sorrirá consigo: ?quão doce visão tenho ao amanhecer!?”
(Augusto Branco)
“O homem verá a esposa ao amanhecer, descabelada, com os olhinhos inchados de sono, e tonta a tropeçar seus passos, e sorrirá consigo: ?quão doce visão tenho ao amanhecer!?”
(Augusto Branco)