“O poeta
declina de toda responsabilidade
na marcha do mundo capitalista
e com suas palavras, intuições, símbolos e outras armas
promete ajudar
a destruí-lo
como uma pedreira, uma floresta,
um verme”
“Que sonhos?... Eu não sei se sonhei... Que naus partiram, para onde? Tive essa impressão sem nexo porque no quadro fronteiro Naus partem - naus não, barcos, mas as naus estão em mim.”