“Sonhos de lata e de rosas gritam no silêncio branco do muro” (Zeca Baleiro)
“Porque hoje eu só quero chorar como um poeta do passado, e fumar o meu cigarro na falta de Absinto.”
(Zeca Baleiro)
“Minha cara, minha Carolina. A saudade ainda vai bater no teto. Até um canalha precisa de afeto. Dor não cura com penicilina.”
“Minha mãe não pariu nenhum punk! No entanto aqui estou eu!”
“Minha religião é o prazer!”
Filósofos da História