“Um velho cruza a soleira De botas longas de barbas longas de ouro o brilho do seu colar...” (Zé Ramalho)
“Mistérios da meia-noite Que voam longe Que você nunca...”
(Zé Ramalho)
“Oh, eu não sei se eram os antigos que diziam Eu seus papiros Papillon já me dizia...”
“Nascimentos, universos Distância, tempo e o meio...”
“Pares de olhos tão profundos, que amargam as pessoas que fitar.”
Filósofos da História