“Fico preocupado quando vejo o capitão Nascimento ser tratado como herói. Fico pensando como reagiria ao filme uma platéia sueca. Não creio que pensariam naqueles policiais torturadores como heróis, assim como muita gente que vê o filme aqui pensa.”
“O filme exigia um registro documental, não permitia o fake e, para isso, tivemos cenas carregadas de muita emoção. Aquilo mexia com muita coisa ruim. Eu não sou um homem violento, não gosto de bater nas pessoas. Sou um homem pacífico”