“Ninguém no caminho, e nada, nada a não ser amoras,” (Sylvia Plath)
“Eu fecho meus olhos e o mundo inteiro morre subitamente; eu abro meu olhos e tudo nasce novamente.”
(Sylvia Plath)
“Morrer é uma arte, como tudo o mais. Que eu pratico surpreendentemente bem.”
“Respirei fundo e escutei o velho e orgulhoso som do meu coração. Eu sou, eu sou, eu sou.”
“Talvez quando nos encontramos querendo tudo, é porque estamos perigosamente perto de não querer nada.”
Filósofos da História