“O ancião carrega o peso dos anos, andando de cá para lá, com seus passos vacilantes, ou repousa num canto, uma sombra, um fantasma do que era antes. Que resta ainda nele para ser destruído pela morte?”
“Em vez de estarmos sempre e exclusivamente ocupados com planos e cuidados para o futuro, ou de nos entregarmos à nostalgia do passado, nunca nos deveríamos esquecer de que só o presente é real e certo; o futuro, pelo contrário, apresenta-se quase sempre diverso daquilo que pensávamos.”
“Quanto mais insignificante for aquilo que, tomado em si mesmo, nos aflige, tanto mais nós somos felizes, pois é preciso um estado de bem-estar para nos impressionarmos com bagatelas: na infelicidade, nunca as sentimos.”