“O ancião carrega o peso dos anos, andando de cá para lá, com seus passos vacilantes, ou repousa num canto, uma sombra, um fantasma do que era antes. Que resta ainda nele para ser destruído pela morte?”
(Schopenhauer)

“O ancião carrega o peso dos anos, andando de cá para lá, com seus passos vacilantes, ou repousa num canto, uma sombra, um fantasma do que era antes. Que resta ainda nele para ser destruído pela morte?”
(Schopenhauer)