“Dai-me de beber, que tenho uma sede sem fim Olhe nos meus olhos, sou o homem-tocha Me tira essa vergonha, me liberta dessa culpa Me arranca esse ódio, me livra desse medo”
“Esse é nosso mundo, o que é demais nunca é o bastante, a primeira vez sempre é a última chance de ninguém ver onde chegamos, os assassinos estão livres, nós não estamos...”