“Tecendo na alma, uma infinita calma Burlando regras, talvez preceitos... E assim, sem nenhum preconceito ou pudor, entregamo-nos um ao outro... (à um amor?)”
(Rafael Silveira)
“Tecendo na alma, uma infinita calma Burlando regras, talvez preceitos... E assim, sem nenhum preconceito ou pudor, entregamo-nos um ao outro... (à um amor?)”
(Rafael Silveira)