“Quando a moça da cidade chegou
Veio morar na fazenda,
Na casa velha...
Tão velha!
Quem fez aquela casa foi o bisavô...
Deram-lhe para dormir a camarinha,
Uma alcova sem luzes, tão escura!
Mergulhada na tristura
De sua treva e de sua única portinha...”
(Rachel de Queiroz)