Frase de Pedro Paixão

Há muitas maneiras de morrer, há muitas coisas para matar.
O que se tem de matar primeiro é o que está mais próximo de nós.
O que temos a obrigação de matar primeiro é o nosso amor.
Depois já não é preciso, depois basta acabar.
(Pedro Paixão)

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Escrever pode ser uma ótima desculpa para quem na vida não tem qualquer esperança. É uma maneira de preencher uma sombra e há momentos em que um beijo escrito vale por muitos. (Nos teus braços morreríamos)

(Pedro Paixão)

Eu não sou bom em nada. Eu só sou bom a escrever. Estou cada vez pior naquilo que sou e estou cada vez melhor a escrever. O que eu gostava mesmo era de ter uma vida melhor, uma vida mais decente, e nessa vida eu não escreveria.

(Pedro Paixão)

Quem não está confuso corre o risco de estar enganado, pior, de se estar a enganar. (Saudades de Nova York)

(Pedro Paixão)

Queres saber quem sou? Eu sou o que te olha e espia para te recolher e depois guardar num lugar que é só meu. Para isso serve o papel. O resto não precisas saber. Nem convém. Só te ia distrair, podes crer. Eu sou o que mergulha as mãos na tua vida para sentir a minha a voltar. (Muito, Meu Amor)

(Pedro Paixão)