“Abro o armário e vejo nos sapatos meus caminhos. Qual virá no séquito?” (Anibal Beça)
“De manhã, a brisa encrespa o igarapé e penteia as águas.”
(Anibal Beça)
“Ao sol do verão o sorvete se derrete. Namoro desfeito.”
“Maria-fecha-a-porta ao toque do meu dedo: ah plantinha tímida...”
“Céu de primavera no jardim dorme a menina. Qual a flor do sonho?”
Filósofos da História