Frase de Paulo Leminski

Dia dai-me a sabedoria de Caetano nunca ler jornais a loucura de Glauber tem sempre uma cabeça cortada a mais a fúria de Décio nunca fazer versinhos normais
(Paulo Leminski)

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Vim pelo caminho difícil, a linha que nunca termina, a linha bate na pedra, a palavra quebra uma esquina, mínima linha vazia, a linha, uma vida inteira, palavra, palavra minha.

(Paulo Leminski)

Nada tenho. Nada me pode ser tirado. Eu sou o ex-estranho, o que veio sem ser chamado e, gato se foi sem fazer nenhum ruído.

(Paulo Leminski)

Amor, então também, acaba? Não, que eu saiba. O que eu sei é que se transforma numa matéria-prima que a vida se encarrega de transformar em raiva. Ou em rima.

(Paulo Leminski)

A noite - enorme, tudo dorme, menos teu nome.

(Paulo Leminski)