“A partir desta data, Aquela mágoa sem remédio É considerada nula E sobre ela, silêncio perpétuo.” (Paulo Leminski)
“A estrela cadente me caiu ainda quente na palma da mão”
(Paulo Leminski)
“Apagar-me, diluir-me, desmanchar-me até que depois de mim, de nós, de tudo não reste mais que o charme.”
“Salve-se quem quiser, perca-se quem puder!”
“Bom dia, poetas velhos. Me deixem na boca o gosto dos versos mais fortes que não farei. Dia vai vir que os saiba tão bem que vos cite como quem tê-los um tanto feito também, acredite.”
Filósofos da História