“Que é mesmo a minha neutralidade senão a maneira cômoda, talvez, mas hipócrita, de esconder minha opção ou meu medo de acusar a injustiça? Lavar as mãos em face da opressão é reforçar o poder do opressor, é optar por ele.”
“Os opressores, falsamente generosos, tem necessidade para que a sua generosidade continue tendo oportunidade de realizar-se, da permanência da injustiça.”