“Porque não sabemos o nome Tenho de exclamar apenas: Quantas flores amarelas!” (Paulo Franchetti)
“Sob a névoa fria, O cemitério da vila Cercado de ciprestes”
(Paulo Franchetti)
“Mesmo o velho eucalipto Parece feliz - Névoa da manhã.”
“Não há comida E as moscas se ocupam Em fazer mais moscas.”
“À beira da estrada Com o pêlo tão sedoso O cachorro morto.”
Filósofos da História