“Aprendi a agir sem julgar se a ação é boa ou má. Amar sem me inquietar se é o bem ou se é o mal. Uma existência patética em vez da tranquilidade. E a não desejar nenhum repouso sem ser o que chegar com o sono da morte.”
“Em verdade, da felicidade que alça voo à custa da miséria eu não quero. Uma riqueza que priva alguém de alguma coisa, eu não quero... Se minha roupa desnuda outrem, andarei nu.”
“Creio também que, nisto como em tudo, as frases nos enganam, porque a linguagem nos impõe mais lógica do que tem muitas vezes a vida; e que o que há de mais precioso em nós é o que permanece informulado.”