“Quem quiser se curar da ignorância precisa confessá-la.” (Montaigne)
“Na juventude, estudava por ostentação; depois, um pouco, para me tornar sensato; agora, para me divertir; nunca pelo dinheiro.”
(Montaigne)
“A natureza é um doce guia, mas não mais doce do que prudente e justa.”
“O homem se entrega por inteiro e pela imaginação às coisas que não tem e que não conhece, nelas concentrando seu desejo e sua esperança.”
“As leis da consciência, que se afirma terem vindo da natureza, vêm, na verdade, do costume.[1]”
Filósofos da História