“Claro que há uma química da paixão, representada pelos hormônios. Mas a verdade é que o amor continua sendo um mistério não decifrado pela medicina. E é bom que seja assim. Sem o mistério do amor, a vida não teria graça.”
“Na Idade Média, uma das substâncias mais usadas nos feitiços do amor era a mandrágora, que em inglês se chama mandrake — daí vem o nome do antigo personagem da história em quadrinhos, um elegante mágico que subjugava os inimigos com seus incríveis truques.”
“Além do território da emoção humana, médicos e escritores também compartilham um instrumento comum: a palavra. É claro que nos dois casos a atitude é diferente. O médico avalia a emoção, o escritor utiliza-a como matéria-prima.”