“Se aparecesse um americano a cantar Frank Sinatra era fantástico. Aparece uma fadista a cantar Amália e é muito mau. Será que mais ninguém pode cantar aquilo? Não conheço nenhuma fadista que não cante, pelo menos, um tema da Amália.”
“A Fátima Lopes [estilista madeirense, amiga de Mariza], já me tinha falado nas comemorações dos 500 anos da cidade do Funchal... É com muito prazer que cá estou!”
“Foi aqui que toda a história começou. Se calhar é aqui que vai acabar. Tudo pode acabar de repente, tal como começou, e eu volto à minha Mouraria e à taberninha dos meus pais para servir dobradinhas e copos de vinho que não me chateia nada!”
“O habitat do fado não é realmente um disco. Mas ao fazer este disco [Transparente] eu senti que, tendo os compositores que queria, tendo o produtor que sempre tinha esperado, foram-se aliando todas as situações para que este disco fosse uma expressão ainda maior daquilo que eu faço.”