“Ela era branca, branca. Dessa brancura que não se usa mais. Mas sua alma era furta-cor.” (Mario Quintana)
“É uma barbaridade o que a gente tem de lutar com as palavras, para obrigar as palavras a dizerem o que a gente quer.”
(Mario Quintana)
“Trova Coração que bate-bate... Antes deixes de bater! Só num relógio é que as horas Vão passando sem sofrer.”
“Quiseste expor teu coração a nu. E assim, ouvi-lhe todo o amor alheio. Ah, pobre amigo, nunca saibas tu Como é ridículo o amor... alheio!”
“Os verdadeiros versos não são para embalar, mas para abalar...”
Filósofos da História