“O poema é uma bola de cristal. Se apenas enxergares nele o teu nariz, não culpes o mágico.” (Mario Quintana)
“E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo. Bem! eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente. Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão.”
(Mario Quintana)
“Já trazes ao nascer a tua filosofia. As razões? Essas vêm posteriormente, Tal como escolhes, na chapelaria, A fôrma que mais te assente...”
“Confesso que até hoje só conheci dois sinônimos perfeitos: 'nunca' e 'sempre'.”
“Em meio aos toros que desabam, cantemos a canção das chamas.”
Filósofos da História