“Sempre me senti isolado nessas reuniões sociais: o excesso de gente impede de ver as pessoas...” (Mario Quintana)
“Naquele dia fazia um azul tão límpido, meu Deus, que eu me sentia perdoado pra sempre não sei de quê.”
(Mario Quintana)
“Esses que pensam que existem sinônimos, desconfio que não sabem distinguir as diferentes nuanças de uma cor.”
“Se é proibido escrever nos monumentos, também deveria haver uma lei que proibisse escrever sobre Shakespeare e Camões.”
“Que importa restarem cinzas se a chama foi bela e alta?”
Filósofos da História