Frase de Mário de Sá-Carneiro

Cumpridos dez anos de prisão por um crime que não pratiquei e do qual, entanto, nunca me defendi, morto para a vida e para os sonhos... nada podendo já esperar e coisa alguma desejando - eu venho fazer enfim a minha confissão: isto é, demonstrar a minha inocência.
(Mário de Sá-Carneiro)

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Mas hoje já não sei com que sonhos me robustecer. Acastelei os maiores... eles próprios me fartaram: são sempre os mesmos - é impossível achar outros...

(Mário de Sá-Carneiro)

(...) só depois de satisfazer os meus desejos, posso realmente sentir aquilo que os provocou. A verdade, por consequência, é que as minhas próprias ternuras, nunca as senti, apenas as adivinhei.

(Mário de Sá-Carneiro)

Permaneci, mas já não me sou.

(Mário de Sá-Carneiro)

Somos todos álcoo, todos álcool! - álcool que nos esvai em lume que nos arde!

(Mário de Sá-Carneiro)