“E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.” (Lya Luft)
“Escrevo sobre isolamento e ternura, a perturbadora ambivalência nossa, frivolidade e covardia, às vezes a graça e o riso.”
(Lya Luft)
“Andamos tão desencantados que ser decente parece virtude, ser honesto ganha medalha e ser mais ou menos coerente merece aplausos.”
“Mas a gente vai à luta e inventa um novo sonho, uma esperança, mesmo recauchutada: vale tudo, MENOS CHORAR TEMPO DEMAIS. Pois sempre há coisas boas para pensar. Algumas se realizam.”
“Nem toda mulher nasce para ser mãe, e nem toda mãe é mártir. Muitas são algozes, aliás.”
Filósofos da História