“Estou com uma dor no pé, mas não posso nem mancar, para a imprensa não dizer que estou mancando porque estou num encontro com os companheiros portadores de deficiência.”
“Eu sinto um poço de mágua. Eu às vezes sinto que ele não fala mais com a inteligência, ele fala muito mais com o estômago, com o fígado. Ele não se conforma de ver um peão chegar aqui e fazer mais do que ele. Isso é duro para o intelectual, sobretudo se o intelectual é vaidoso.”
“Eu era um peão. Cheguei ao hospital com o macacão fedendo a graxa às 3h da manhã. O médico olhou para minha cara e disse: ‘Pra que esse peãozinho quer esse dedo? Vou logo tirar’. E tirou o cotozinho. Podia ter deixado o cotó para eu poder coçar o nariz”