“Blasfemando, evolou-se a alma desdenhosa, que no mundo fora sempre tão altiva e orgulhosa.” (Ludovico Ariosto)
“Como é comum que o juízo humano se engane!”
(Ludovico Ariosto)
“Embora na maioria das vezes o fingimento seja criticado e dê indícios de espírito maldoso, em muitas ocasiões, prova ter feitos evidentes benefícios.”
“Talvez fosse verdade, porém não credível a quem fosse senhor do seu próprio juízo.”
“Pequena, mas suficiente para mim, não depende de ninguém, decorosa, e comprada com o meu dinheiro.”
Filósofos da História