“Estou começando a achar que o indivíduo que realmente tem saúde mental é o que tem o maior número de alternativas, as mais viáveis. Uma pessoa que possa dizer: ‘Se isso não acontecer, o que mais, e o que mais é possível?’.”
“Às vezes saio – e, realmente, chegamos a isso – e digo bom dia e alguém se vira para mim e pergunta: ‘Eu o conheço?’E eu digo: ‘Não, mas não seria bom?’ Às vezes, dizem que não. Estão no seu direito. Mas eu fiz a minha parte, disse olá. Eles fizeram a parte deles, dizendo olá ou não.”
“Tenho uma forte sensação de que o oposto do amor não é o ódio. É a apatia. Com ela não se sente nada. Se alguém me odeia deve sentir algo a meu respeito, ou não poderia me odiar. Então, existe alguma maneira pela qual posso chegar a ela.”