“Eu tinha uns 20 anos, e a música se tornou minha única obsessão para me manter vivo eu tive a chance de jogar toda essa raiva na música e ajudar os outros com isso. Era terapeutico e funcionou [para] mim por um tempo, até meu pai ver a minha foto impressa em uma revista.”
“Sejam qual forem os dramas que acontecem em minha vida, eu sempre encontro um lugar em minha cabeça onde me vejo a mim mesmo, como o mais limpo, o mais alto, o mais forte, a mais sensata pessoa que eu possa ser.”