“A loucura é inseparável do homem; umas vezes toma-lhe a cabeça e deixa-lhe em paz o coração, que nunca se empenha no desvairar a que ela é arrastada; outras vezes há na cabeça a frieza da razão e ao coração desce a loucura para o perturbar com afectos.”
“A publicação de um livro, por muito proveito e glória que traga a um autor, é sempre uma espécie de profanação desses filhos queridos da fantasia, que ele velava e acalentava com um verdadeiro amor de pai.”