Frase de José de Alencar

Não tenho medo da morte! Tenho medo da desonra!
(José de Alencar)

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O elogio é um meio muito usado, mas sempre novo, de render homenagem à vaidade alheia.

(José de Alencar)

Só a ignorância aceita e a indiferença tolera o reinado da mediocridade.

(José de Alencar)

É ao mesmo tempo o nada com o seu vácuo profundo, imenso, infinito; e o caos com a sua confusão, as suas trevas, as suas formas incriadas; a alma sente que falta-lhe a vida ou a luz em torno.

(José de Alencar)

Pouco e pouco o dia foi rompendo; o arrebol da manhã desenhou-se no horizonte, tingindo as nuvens com todas as cores do prisma. O primeiro raio do sol, desprendendo-se daqueles vapores tênues e diáfanos, deslizou pelo azul do céu, e foi brincar no cabeço dos montes.

(José de Alencar)