“Um dia esbranquiçado passava pela janela sem cortinas, entreviam-se as copas das árvores, e mais além a pradaria meio afogada na névoa que fumava ao luar.”
(Gustave Flaubert)
“Um dia esbranquiçado passava pela janela sem cortinas, entreviam-se as copas das árvores, e mais além a pradaria meio afogada na névoa que fumava ao luar.”
(Gustave Flaubert)