“Tem coisa e cousa, e o ó da raposa...” (Guimarães Rosa)
“A culpa minha, maior, é meu costume de curiosidade de coração. Isso de estimar os outros, muito ligeiro, defeito esse que me entorpece”
(Guimarães Rosa)
“Mas quem é que sabe como? Viver... o senhor já sabe: viver é etcétera...”
“Viver é um descuido prosseguido. Mas quem é que sabe como? Viver... o senhor já sabe: viver é etcétera...”
“O fato se dissolve. As lembranças são outras distâncias. Eram coisas que paravam já, à beira de um grande sono. A gente cresce sempre, sem saber para onde.”
Filósofos da História