“Guardo sempre uma distância de segurança em relação à política. A distância permite que possamos fazer coisas que são políticas mas não conjunturais. Interessa-me mais a política do ser humano.”
“O moralismo é a antítese da Literatura. A Literatura começa precisamente quando recusamos ser moralistas e instintivamente somos perversos. Quem escreve não pode olhar para onde toda a gente está a olhar, mas para o outro lado.”
“Não gostar de uma coisa, é sinónimo de passar para outra. Isto não me vai dar nada: passo. Não tenho prazer em dizer mal de alguém, de um livro. A minha ideia é fazer alguma coisa com aquilo que é bom.”