“O instinto tem a ver com memória e esquecimento. Dentro de quem escreve e quem lê, há sempre um combate entre a memória e o que esquecemos, e a criatividade tem muito a ver com o esquecimento.”
“A melhor maneira de respeitar um autor é fazer alguma coisa com o que ele fez. Eu adorava que fizessem alguma coisa com o que fiz. Respeitar é continuar, como se fosse um diálogo, uma conversa.”
“Guardo sempre uma distância de segurança em relação à política. A distância permite que possamos fazer coisas que são políticas mas não conjunturais. Interessa-me mais a política do ser humano.”