“O inferno é não se amar mais. Enquanto estamos vivos, podemos nos iludir, acreditar que amamos por nossas próprias forças, que amamos sem Deus. Mas nos assemelhamos aos loucos, que estendem os braços para o reflexo da lua na água...”
“O espectáculo da injustiça acabrunha-me, mas isso deve-se provavelmente ao facto de ela despertar em mim a consciência dos actos de injustiça de que sou capaz.”