“O outro não é uma coisa que existe para nos servir. Ninguém é coisa de ninguém.” (Gabriel Chalita)
“Chorei a ausência das reações humanas daquele corpo sem vida. Chorei a orfandade incômoda, o adeus forçado, a separação. Choro hoje a impossibilidade dos afetos. É abstrata sua presença. É memória e esperança. Apenas isso.”
(Gabriel Chalita)
“A carência faz com que falemos de tudo com todo mundo e pensemos em nada daquilo que temos que decidir.”
“Os riscos da subida tornam a chegada ainda mais esperada.”
“É triste como a frivolidade tomou conta das relações, sejam afetivas, sejam profissionais. Fala-se o que se deve, não o que se sente.”
Filósofos da História