“Tenho por primeiro princípio: não há fenómenos morais, mas sim uma interpretação moral desses fenómenos. Essa mesma interpretação não é, por si, de origem moral.”
“Como a ilusão da espécie, a moral força o indivíduo a sacrificar-se pelo futuro: atribui-lhe, aparentemente, um valor infinito, para que, com a consciência do seu valor, tiranize as outras tendências da sua natureza, o subjugue e o impeça de estar satisfeito consigo.”