“Os homens póstumos - eu, por exemplo - são pior compreendidos que os do seu tempo, mas são melhor «ouvidos». Dito com mais rigor: nunca somos compreendidos - e «daí» vem a nossa autoridade...”
“Esta obra é, na essência, uma crítica à modernidade – não excluídas as ciências modernas, as artes modernas, e até a política moderna -, dando também indicações acerca de um tipo oposto, bem mais que moderno, um tipo nobre, afirmativo.”