“Sucede que qualquer interpretação moral dos nossos actos poderá ser unicamente um imenso mal-entendido, tal como o tem sido a interpretação moral dos factos naturais.”
“Quando amamos queremos que os nossos defeitos permaneçam escondidos... não por vaidade, mas para que o ser amado não sofra. Aquele que ama gostaria mesmo de aparecer como um deus... e também isto se não deve à vaidade.”