“A força da metáfora mais poderosa que já existiu até aqui não passa de miséria e bagatela ao lado deste retorno da língua à natureza da expressão figurada.”
“Esperamos que estejamos hoje longe da ridícula pretensão de decretar que o nosso pequeno canto seja o único a partir do qual tenhamos o direito de ter uma perspectiva.”
“Quando amamos queremos que os nossos defeitos permaneçam escondidos... não por vaidade, mas para que o ser amado não sofra. Aquele que ama gostaria mesmo de aparecer como um deus... e também isto se não deve à vaidade.”