“Quem não sabe introduzir a sua vontade nas coisas, introduz nelas pelo menos um «sentido»: quer dizer, acredita que existe já ali dentro uma vontade (princípio da «fé»).”
“Quando se quer agitar a multidão não devemos ser os nossos próprios comediantes? Não devemos necessariamente transportarmo-nos em primeiro lugar a nós mesmos para o plano de uma precisão grotesca para nos darmos e a nossa causa e toda a nossa personagem sob essa forma simplificada e aumentada?”